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Youtube, o fenômeno: Por que o vídeo não pode ficar de fora da sua estratégia digital

Numa dessas buscas diárias por novidades, tendências e referências, encontramos a pesquisa Video Viewers, realizada em parceria com o Instituto Provokers e com a Box 1824. A partir da análise do comportamento dos brasileiros ao consumirem vídeos, um dos dados que chama a atenção, uma vez que dá forma ao que muita gente já sabia, é o aumento considerável do consumo de vídeos na web, sobretudo quando comparado ao consumo de vídeos pela TV.

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Só para se ter uma ideia, 80% dos consumidores online procuram videos que a TV não oferece. E 74% dos que assistem à TV dizem que não têm intenção alguma de assinar uma TV paga. Isso já nos distancia – e muito – das estratégias tradicionais de marketing offline. Mas o que aprendemos sobre a nova forma de consumir vídeos dos brasileiros? Como esses dados podem contribuir com nossa estratégia digital?

O YouTube é, de longe, o queridinho dos usuários

As pessoas estão consumindo mais vídeos, por mais tempo, e o canal que consolida esses números tem nome: YouTube. Os números levantados na pesquisa mostram o Youtube em 1º lugar no consumo de vídeos, seguido de Netflix, Whatsapp e, só então, TV aberta.

Pop, cool, novo, tendências. Tudo se encontra no YouTube, o canal que cobre todos os territórios de necessidade dos consumidores online. De ouvir música e estudar a aprender como fazer pequenos reparos em casa, a plataforma é, sem dúvida, a mais democrática entre as plataformas; diferentemente do passado, quando a autoridade era gerada por celebridades e figuras públicas, hoje a autoridade vem de indivíduos comuns, “gente como a gente”, o que só aumenta o valor do conteúdo.

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Se você tem a algo a dizer, eu quero ouvir.

Outro achado importante da pesquisa é que, ao consumir vídeos, as pessoas desejam se reconhecer como indivíduos. Isso significa que existe uma busca para encontrar grupos com os quais nos identificamos. E mais: estar atualizado entre as referências representa status em diversos grupos sociais; as pessoas querem saber o que os outros pensam ou fazem.

Sem dúvida alguma, nesse sentido, as histórias entram como poderosas aliadas para as mídias digitais. Desde pequenos, estamos familiarizados com elas; em todas as culturas do mundo, as histórias são repassadas de pessoa a pessoa, reforçando uma série de valores culturais, sociais e linguísticos.

Apesar de saturado, ainda há caminho para o mercado de influenciadores

E já que estamos falando de histórias, precisamos falar dos líderes contadores de histórias na web: os influenciadores digitais, grandes e micros. Algumas pesquisas apontam uma saturação desse mercado, dado que 75% das marcas já utilizam influenciadores em suas estratégias de marketing. A verdade é há espaço, mas tem que saber usar. E, neste caso, outra rede divide a cena com YouTube: o Instagram, com 92% de aprovação quando o assunto é marketing de influência.

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