Pesquisa de Mídias Sociais 2018: o termômetro perfeito para renovar sua estratégia digital

Na última pesquisa global de mídias sociais, realizada pela We Are Social, pouca coisa mudou: as mídias mais relevantes seguem aumentando suas fatias de mercado no páreo global, enquanto outras apresentam declínio. Mas o que muda, basicamente, são as características demográficas e o nível de uso dessas mídias por localidade. E daí entra a capacidade de interpretação dos achados que podem fazer a diferença na sua estratégia digital.

Dentre os principais, vamos começar com o aumento do uso da internet, das mídias sociais e de smartphones, cada um com crescimento significativo dos pontos percentuais em relação ao ano anterior. Dos pouco mais de 7 bilhões de habitantes no planeta, 4 bilhões estão na internet, ou seja, cerca de 55% da população mundial, enquanto 3 bilhões estão nas mídias sociais.

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Ao contrário das convicções sem embasamento teórico, o Facebook continua liderando as estatísticas com a maior fatia de mercado, cerca de 2 bilhões de usuários, além de ser a mídia que mais se fortalece, ano ano, ostentando a maior taxa de permanência entre seus usuários de 18 a 34 anos. Na sequência, temos YouTube e WhatsApp; Instagram fica na 7ª colocação, enquanto Twitter, o queridinho entre os mais jovens, fica no 11º lugar. O que se segue pode surpreender: Pinterest, a mídia dos descolados e bon vivants, fica na última colocação em número de usuários ao redor do mundo.

No que diz respeito aos investimentos no posicionamento das marcas, a maioria decide apostar em ações que expõem uma atuação responsável. Outros 46% oferecem promoções, enquanto 42% provêm conteúdo educativo e 36% apostam no humor como alavanca de crescimento. De tudo isso, a dica que fica é: aproveite a maleabilidade das redes e acompanhe as últimas estatísticas para adequar, permanentemente, suas estratégias digitais. Pode até soar ousado, mas se há uma grande diferença entre o marketing tradicional e o inbound marketing é, justamente, a falta de um modelo linear cômodo replicado em começo, meio e fim. Aqui, no digital, tudo se resume a um grande meio, continuamente.

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